O IMPACTO DA SAÚDE NOS PAÍSES

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Um exemplo recente disso pode ser encontrado em um artigo
do South African Medical Journal, que afirma: “A África do Sul gasta
8,5% de seu produto interno bruto (PIB) em assistência médica – um
número proporcionalmente superior aos 5% recomendados pela
OMS ”(grifo nosso). 1 Outros exemplos incluem a imprensa popular,
documentos das Nações Unidas (ONU) e diretrizes técnicas para
organizações não-governamentais (ONGs).
A OMS produziu material substancial sobre questões de financiamento
da saúde, desde pelo menos 1963. 3 No entanto, nunca adotou ou
publicou formalmente uma recomendação de que os países deveriam
gastar 5% da renda nacional em saúde. 4 O número de 5% apareceu
nos documentos da OMS em 1981 como um indicador que deve ser
monitorado, não como um nível recomendado de gastos com
saúde. Parece que pesquisadores, jornalistas e formuladores de
políticas mais tarde transformaram a figura em uma recomendação.
Os documentos da OMS não explicam por que 5% do PIB foi
escolhido para o indicador, embora esse valor esteja próximo do limite
superior das estimativas de gastos com saúde no início dos anos
80. Estabelecer uma meta de 5% parece menos ambicioso hoje do
que seria considerado na época

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